
Em 1660, comemorando uma vitória sobre a Turquia, um regimento da Croácia (parte do império Austro-Húngaro) visitou Paris. Lá, os soldados foram apresentados como heróis a Luís XIV, um monarca famoso por seu apreço por ornamentos no vestuário. Ocorre que os oficiais desse regimento estavam vestindo coloridos e brilhantes lenços feitos de seda ao redor de seus pescoços. Luiz XIV apreciou o ornamento e logo fez dele um símbolo de realeza.
A gravata foi introduzida no vestuário masculino no início do século 19. Os anos foram passando e, contrariando centenas de previsões que diziam que a gravata entraria em desuso, ela continua sendo peça básica de uma roupa social e, apesar de popularizada em seu uso, ainda é vista como símbolo de distinção pessoal.
Talvez seu uso possa ser explicado por alguns fatores. O primeiro deles é que a gravata é uma das poucas peças do vestuário masculino que permite variações profundas de cores e estampas, permitindo um certo toque de ousadia. Talvez o que as mulheres façam com os brincos ou outros acessórios, o homem faça com a gravata. O segundo fator é que as gravatas dão verticalidade à silhueta do corpo, permitindo aos baixos perecerem mais altos e aos que estão acima do peso parecerem mais magros. Por fim, ajudam a tapar os botões das camisas, uma região que não é das mais elegantes.
Uma simples gravata impõem confiança e não só representa um estilo de vida ou um comportamento de quem a usa, como traduz cultura e gosto pessoal. A gravata define a personalidade e mostra se o homem é sóbrio ou divertido.
A escolha correta começa na proporção. Ela deve ter a ponta encostada na fivela do cinto, na altura da cintura, não ficando muito curta ou muito comprida. A liberdade de combinar gravatas é uma escolha muito pessoal, e os estilistas nem pretendem engessar essa única expressão masculina. Não se recomenda usar gravatas da mesma cor do paletó, com a camisa se recomenda usar cores contraditórias, se a camisa for em tom de cor escura, a gravata deverá ser de um tom de cor mais clara e vice e versa, podendo tranquilamente usar o tom sobre tom.
Existem mais de 72 tipos de nós de gravatas, sendo que são apenas três tipos de nós que são mais usados, o nó simples, o nó duplo e o nó triplo, conhecido também por “charuto”, que é muito usado por atores de novelas, aquele nó mais largo, que está se usando ultimamente. Tenha em mente que a gravata sempre será o carro chefe de um traje completo, por isso cuidado na hora da escolha.
A gravata foi introduzida no vestuário masculino no início do século 19. Os anos foram passando e, contrariando centenas de previsões que diziam que a gravata entraria em desuso, ela continua sendo peça básica de uma roupa social e, apesar de popularizada em seu uso, ainda é vista como símbolo de distinção pessoal.
Talvez seu uso possa ser explicado por alguns fatores. O primeiro deles é que a gravata é uma das poucas peças do vestuário masculino que permite variações profundas de cores e estampas, permitindo um certo toque de ousadia. Talvez o que as mulheres façam com os brincos ou outros acessórios, o homem faça com a gravata. O segundo fator é que as gravatas dão verticalidade à silhueta do corpo, permitindo aos baixos perecerem mais altos e aos que estão acima do peso parecerem mais magros. Por fim, ajudam a tapar os botões das camisas, uma região que não é das mais elegantes.
Uma simples gravata impõem confiança e não só representa um estilo de vida ou um comportamento de quem a usa, como traduz cultura e gosto pessoal. A gravata define a personalidade e mostra se o homem é sóbrio ou divertido.
A escolha correta começa na proporção. Ela deve ter a ponta encostada na fivela do cinto, na altura da cintura, não ficando muito curta ou muito comprida. A liberdade de combinar gravatas é uma escolha muito pessoal, e os estilistas nem pretendem engessar essa única expressão masculina. Não se recomenda usar gravatas da mesma cor do paletó, com a camisa se recomenda usar cores contraditórias, se a camisa for em tom de cor escura, a gravata deverá ser de um tom de cor mais clara e vice e versa, podendo tranquilamente usar o tom sobre tom.
Existem mais de 72 tipos de nós de gravatas, sendo que são apenas três tipos de nós que são mais usados, o nó simples, o nó duplo e o nó triplo, conhecido também por “charuto”, que é muito usado por atores de novelas, aquele nó mais largo, que está se usando ultimamente. Tenha em mente que a gravata sempre será o carro chefe de um traje completo, por isso cuidado na hora da escolha.
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